Do ponto de vista da fisiologia e da medicina, as artérias, veias e vasos capilares são estudados em grande profundidade. Na medida em que os avanços tecnológicos tornam os instrumentos mais poderosos, os pesquisadores conseguem informações que ajudam em suas descobertas e entendimentos. É através desses condutores que o sangue percorre todo o corpo humano e chega aos pontos mais extremos de cada um de seus membros.
Os conhecimentos dos avanços conquistados pelos cientistas, pouco a pouco, vão sendo passados para o público em geral, através das notícias e de matérias publicadas em revistas. Informações se somam umas às outras. Com isso, os indivíduos ampliam e constroem novas imagens mentais de si mesmos e das diversas partes em que se constituem.
Sobre algumas dessas partes é possível que as pessoas tenham acesso direto, sobre outras não. Indiretamente, porém, é fundamental que todos tenham um conhecimento mínimo que lhes permitam cuidarem-se de si mesmos e da própria saúde.
À semelhança dos rios (de grande e de médio porte), dos ribeirões e riachos, as artérias, veias e vasos capilares irrigam e fertilizam a terra, que no corpo humano é formada por células. Estas pequenas porções vivas se alimentam do oxigênio vindo através da respiração e dos nutrientes trazidos pelos alimentos ingeridos. Respirar bem e comer produtos que não prejudiquem as boas condições das artérias, veias e vasos capilares são procedimentos importantes para manutenção e desenvolvimento da saúde. A compreensão das vantagens que esses procedimentos promovem fundamenta aquelas atitudes que seguem nessa direção. Quem o faz contrariado, não o faz por inteiro, deixando de colher os melhores frutos.
Exercícios físicos ajudam na queima de gorduras que podem se acumular nas vias sangüíneas. Aliados a medicamentos, quando necessários, os exercícios físicos são meios indiretos de as pessoas se ajudarem para que mantenham os rios do corpo despoluídos e aptos a levarem vida desde aos cabelos da cabeça até às unhas das mãos e dos pés.
Por José Morelli
quinta-feira, 24 de janeiro de 2013
quarta-feira, 5 de dezembro de 2012
Contente consigo mesmo
Quem é contente consigo mesmo: o acomodado ou o voluntarioso?... O acomodado é aquele que, sentindo-se satisfeito, não aspira mais do que aquilo que já possui. À semelhança de quem se encontra saciado, é natural que sinta sono e preguiça, necessitando de dar a si e ao próprio estômago o tempo de que precisa para digerir o alimento consumido. O voluntarioso é impulsionado por seus intensos desejos. No que lhe diz respeito, a sabedoria oriental adverte que os desejos, muitas vezes, podem ser a fonte de onde brotam as tristezas e a infelicidade humana. Para se estar contente consigo mesmo é preciso saber lidar com a própria vida em suas múltiplas contingências, administrando-a equilibradamente, a partir da própria perspectiva e da dos outros também.
Faz ainda parte do instintivo de sobrevivência que se pondere na hora de escolher os caminhos a seguir, as metas a serem atingidas, os meios a serem utilizados. No fundo, não deve escapar a todo esse processo a consciência de que tudo tem seu custo e de que cada um paga um preço pelo fato de ser quem é, do jeito que é, de pensar, de sentir, de realizar o que escolhe e se propõe fazer... Animação e desânimo, altos e baixos, fazem parte do curso de qualquer vida, seja qual for o lugar e o tempo em que ela ocorra.
O contentamento consigo mesmo é o que impulsiona cada um a lançar a bola prá frente, com mais entusiasmo. Dessa base de lançamento, o indivíduo se projeta para fora de si, para além de sua própria individualidade. Na pessoa do outro encontra-se consigo mesmo, tornando-se capaz de reconhecê-lo e estimá-lo.
O existir humano e do mundo é sempre um enigma a ser decifrado. Os acontecimentos se desdobram entrelaçando-se uns nos outros. Nem sempre é possível perceber como se unem esses elos. Há a necessidade de se aprender a conviver com a imprevisibilidade dos fatos.
Sentir-se contente não significa cruzar os braços e nada fazer, permacendo-se como que “deitado em berço esplêndido”. Todo esportista aprende que quanto mais se dedica aos treinamentos, aumentam suas chances de vitória e consequente satisfação. Cada indivíduo pratica sua vida à semelhança de um esportista. No que diz respeito ao contentamento, é preciso aprender a descobri-lo, mesmo que escondido, nAquele que é a razão de ser de tudo o que acontece.
Por José Morelli
terça-feira, 27 de novembro de 2012
Cotovelos
À direita e à esquerda do corpo, estes compõem as junções que unem braços a antebraços. Os cotovelos dão mobilidade, facilitando aproximações e distanciamentos. Se não fossem eles, que dificuldade haveria para que as mãos pudessem chegar à própria boca, trazendo-lhes os alimentos... No conjunto do corpo, os cotovelos ajudam no equilíbrio geral, tornando os braços flexíveis, capazes de uma variedade incrível de movimentos. A imagem de uma bailarina, rodopiando nas pontas dos pés e com os braços erguidos em ângulos, mostra o quanto o corpo ganha em estética por força destes dois caprichos da natureza.
Os cotovelos se encontram em seus devidos lugares no corpo e, também, no conjunto dos pensamentos que a mente cria. Pelo que são e fazem, a mente atribui-lhes significados. Os cotovelos possuem histórias desde tempos imemoriais. Destas histórias, novas referências se criaram, enriquecendo ainda mais o inconsciente coletivo e individual dos seres humanos, quanto à abrangência dos memos no contexto da vida e de todas as peripécias que dela fazem parte.
Expressões na língua portuguesa surgiram, nem se sabe bem por que. O fato é que o dicionário cita "falar pelos cotovelos", que é o mesmo que falar em excesso ou mostrar-se muito loquaz. Outra expressão, bastante usual, é: "dor de cotovelo", indicando a dor de quem foi deixado para trás, no amor. Os cotovelos conseguem abrir espaço na multidão. Podem ser agressivos e reinvindicatórios, legítima ou ilegitimamente. Os cotovelos têm a capacidade de se impor à resistência dos outros. Nesse sentido, eles não são nada inofensivos, muito pelo contrário. Curva de rios ou de estradas, também, são chamadas pelo nome de cotovelo. Retificar rios e estradas pode representar prejuízos à natureza, enrijecendo-a e tornando-a menos saudável e com menor condições de proporcionar qualidade de vida. A pressa, muitas vezes, pode levar a becos sem saída ou a lugar nenhum.
Os cotovelos vivem esquecidos na rotina de suas atividades. Para se fazerem lembrados, é preciso que se manifestem, através de dores ou de inchaços. Muitos nem se conscientizam de que os possuem, só quando um deles se machuca ou dói e reclama do descaso com que é tratado. Acontece, às vezes, de certas dores em articulações, inclusive as dos cotovelos, serem provocadas por situações existenciais/emocionais mal resolvidas. Nestes casos, estas dores se tornam expressões dos conflitos profundos que representam.
Por José Morelli
Os cotovelos se encontram em seus devidos lugares no corpo e, também, no conjunto dos pensamentos que a mente cria. Pelo que são e fazem, a mente atribui-lhes significados. Os cotovelos possuem histórias desde tempos imemoriais. Destas histórias, novas referências se criaram, enriquecendo ainda mais o inconsciente coletivo e individual dos seres humanos, quanto à abrangência dos memos no contexto da vida e de todas as peripécias que dela fazem parte.
Expressões na língua portuguesa surgiram, nem se sabe bem por que. O fato é que o dicionário cita "falar pelos cotovelos", que é o mesmo que falar em excesso ou mostrar-se muito loquaz. Outra expressão, bastante usual, é: "dor de cotovelo", indicando a dor de quem foi deixado para trás, no amor. Os cotovelos conseguem abrir espaço na multidão. Podem ser agressivos e reinvindicatórios, legítima ou ilegitimamente. Os cotovelos têm a capacidade de se impor à resistência dos outros. Nesse sentido, eles não são nada inofensivos, muito pelo contrário. Curva de rios ou de estradas, também, são chamadas pelo nome de cotovelo. Retificar rios e estradas pode representar prejuízos à natureza, enrijecendo-a e tornando-a menos saudável e com menor condições de proporcionar qualidade de vida. A pressa, muitas vezes, pode levar a becos sem saída ou a lugar nenhum.
Os cotovelos vivem esquecidos na rotina de suas atividades. Para se fazerem lembrados, é preciso que se manifestem, através de dores ou de inchaços. Muitos nem se conscientizam de que os possuem, só quando um deles se machuca ou dói e reclama do descaso com que é tratado. Acontece, às vezes, de certas dores em articulações, inclusive as dos cotovelos, serem provocadas por situações existenciais/emocionais mal resolvidas. Nestes casos, estas dores se tornam expressões dos conflitos profundos que representam.
Por José Morelli
quarta-feira, 21 de novembro de 2012
Atividade comercial
Comprar e vender implica riscos. Bom senso, coragem e confiança são alguns dos pré-requisitos necessários a todo aquele que se determina a essa atividade. O empenho de suas capacidades humanas se dá em vários sentidos, em várias direções. Através de seu trabalho, o comerciante se projeta profissional e socialmente. Fornecedores e clientes exigem tratamentos diferenciados. Com eles, desenvolve, respectivamente, a arte de comprar e de vender. Sensibilidade, malícia, criatividade não podem faltar ao serem estabelecidos esses relacionamentos.
As leis. São muitas! Leis que regem o tempo, o espaço, os meios circulantes (dinheiro, cheques, promissórias...) Leis que tratam de taxas e impostos. Leis que garantem direitos e impõem obrigações. Inteligência, previsibilidade, controle da ansiedade são imprescindíveis para administração de tantas responsabilidades.
O comerciante se relaciona com suas mercadorias. Misturam-se sentimentos de Amor e de ódio. Olhos, mente e coração envolvem-se nesses sentimentos. Alegria e apreensão quando as mercadorias chegam. Alívio e alegria ainda maior quando estas são vendidas e vão embora, desde que deixem alguma vantagem na transação, seja em dinheiro, que não seja nota falsa ou cheque, que não volte por falta de fundos. Prudência, fé, perseverança.
O exercício do comércio mobiliza capacidades. Atenção, percepção, intuição ou senso de oportunidade. A importância do uso da comunicação verbal e não verbal, nos momentos certos. Segurança, objetividade, discrição e sinceridade na exposição da mercadoria. Nem tudo é perceptível aos olhos. Vender um produto é revelá-lo ao comprador com fidedignidade.
O retorno da atividade comercial não é imediato. Exige um certo tempo. Primeiro é feito o investimento e, só depois de meses ou mesmo anos, é que o lucro começa a aparecer. Determinação, paciência e resistência às frustrações são imprescindíveis para consolidação de um bom empreendimento. A atividade comercial é de grande importância para a sociedade em sua organização funcional. O comerciante é um intermediário, uma ponte que liga as duas margens de um mesmo rio. Assim, ele se sustenta e permite que outros se sustentem também. Um serviço que contribui e viabiliza trocas necessárias e. mesmo indispensáveis. Um exercício de solidariedade e de cidadania.
Por José Morelli
quarta-feira, 14 de novembro de 2012
O Simbolismo das unhas
Uma longa história compõe o inconsciente coletivo da humanidade. Dessa história fazem parte as unhas, tanto das mãos como dos pés dos seres humanos, desde os seus primórdios. Em sua evolução, o animal-homem se desenvolveu com os recursos de que dispunha, nas diversas fases de seu desenvolvimento. Com a ajuda de suas unhas, ele podia subir e descer as árvores e as encostas íngremes das montanhas, além de se defender e atacar tendo em vista a sua sobrevivência, da mesma forma como se observa nos comportamentos dos outros animais.
Hoje, raramente as pessoas se utilizam das unhas para resolver algum problema do dia-a-dia. Uma infinidade de utensílios as podem substituir com vantagens. Restou para elas, principalmente, um papel estético importante. Um mínimo de cuidado é necessário para que se mantenham saudáveis e bonitas. As unhas fazem parte do todo de cada indivíduo, expressando-o como num teste de personalidade.
Na literatura e no cinema, os personagens do lobisomem, das bruxas e outros mostram o lado agressivo, representado através de longas e ameaçadoras unhas. Por outro lado, a necessidade incontida de roe-las expressa a atitude de auto-agressividade e de timidez perante o enfrentamento com o mundo externo. As unhas funcionam como um termômetro para se avaliar a saúde do corpo e da mente. A falta de vitalidade e de energia encontram um dos primeiros meios de se manifestar através da fraqueza das unhas. Elas se tornam quebradiças e com defeitos que a deformam e enfeiam.
O cuidado das unhas é uma forma de se fazer bem, de amar-se parcial e totalmente. Esse é um caminho para se melhorar a auto-estima: das pontas, das extremidades dos membros superiores e inferiores, para o centro, para o íntimo. Outra via para o reencontro consigo mesmo é o trabalho com os pensamentos e sentimentos. Não basta centrar-se apenas no corpo, em cada uma de suas partes. Para se ter e se sentir com segurança e equilíbrio, garantindo-se da melhor fluição da energia corporal e mental/emocional, é preciso aprender a ler e interpretar as mensagens emitidas pelo corpo, entendendo os simbolismos que representam cada parte. Portanto, dê uma olhada para suas unhas e veja o que elas têm a dizer prá você. Queira-as bem e queira-se bem a partir de suas unhas. Você e todos o merecem!
Por José Morelli
Hoje, raramente as pessoas se utilizam das unhas para resolver algum problema do dia-a-dia. Uma infinidade de utensílios as podem substituir com vantagens. Restou para elas, principalmente, um papel estético importante. Um mínimo de cuidado é necessário para que se mantenham saudáveis e bonitas. As unhas fazem parte do todo de cada indivíduo, expressando-o como num teste de personalidade.
Na literatura e no cinema, os personagens do lobisomem, das bruxas e outros mostram o lado agressivo, representado através de longas e ameaçadoras unhas. Por outro lado, a necessidade incontida de roe-las expressa a atitude de auto-agressividade e de timidez perante o enfrentamento com o mundo externo. As unhas funcionam como um termômetro para se avaliar a saúde do corpo e da mente. A falta de vitalidade e de energia encontram um dos primeiros meios de se manifestar através da fraqueza das unhas. Elas se tornam quebradiças e com defeitos que a deformam e enfeiam.
O cuidado das unhas é uma forma de se fazer bem, de amar-se parcial e totalmente. Esse é um caminho para se melhorar a auto-estima: das pontas, das extremidades dos membros superiores e inferiores, para o centro, para o íntimo. Outra via para o reencontro consigo mesmo é o trabalho com os pensamentos e sentimentos. Não basta centrar-se apenas no corpo, em cada uma de suas partes. Para se ter e se sentir com segurança e equilíbrio, garantindo-se da melhor fluição da energia corporal e mental/emocional, é preciso aprender a ler e interpretar as mensagens emitidas pelo corpo, entendendo os simbolismos que representam cada parte. Portanto, dê uma olhada para suas unhas e veja o que elas têm a dizer prá você. Queira-as bem e queira-se bem a partir de suas unhas. Você e todos o merecem!
Por José Morelli
quarta-feira, 31 de outubro de 2012
Caráter delinquente
É o caráter daquele indivíduo que, de uma forma quase irresistível, prefere escolher o descumprimento de leis e normas em vez de ater-se às mesmas, cumprindo-as naturalmente. Apresenta-se constantemente como “do contra”, “nascido do avesso”. Parece não querer percorrer os caminhos tidos como comuns aos simples mortais, insistindo em chamar a atenção mediante adoção de condutas contrárias, mesmo que nocivas ou prejudiciais a si mesmo e aos outros. Como as demais características das distorções da personalidade humana, estas podem se apresentar de forma graduada, desde as mais tênues até as mais fortes, desde as mais controláveis até as mais difíceis de serem controladas.
Delinquir é o mesmo que descumprir. O delinquente se identifica como exceção à regra que é imposta a todos. Com essa sua maneira de ser e de agir, cria inúmeros problemas no convívio de sua família e no meio social em que se insere. Essa sua maneira de se diferenciar dos outros certamente tem seus fundamentos, suas razões de ser e de se explicar/justificar. A partir de um ponto de vista, o caráter delinquente decorre da contradição existente na própria condição humana que, mesmo não sendo perfeita e completa em suas possibilidades, na mente humana, consciente ou inconscientemente, não desiste de ambicionar a perfeição ou a completude.
O caráter do delinquente é o de uma pessoa que não se conforma com a limitação com que a realidade da vida aparentemente se apresenta. Através de seu modo de julgar e de agir, não entende e condena a todos os outros que procedem de maneira diferente e contrária à sua. Mesmo que não se sinta totalmente seguro quanto ao que faz ou deixa de fazer, adota posturas que parecem traduzir sentimentos de autoconfiança.
O caráter delinquente pode também ser atribuído a grupos de pessoas. O inconformismo certamente deve estar na base da formação daqueles que fazem parte das facções criminosas que controlam o tráfico de drogas e de armas em regiões estrategicamente escolhidas, cujo acesso demandaria dificuldades para ser conseguido pelos órgãos policiais de repressão. Traficante e usuário possuem características semelhantes de distorções na formação da personalidade. Ambos possuem caracteres fortemente contaminados pela sensação de orgulho e de vaidade que a deliquência é capaz de proporcionar a indivíduos e a grupos de indivíduos.
Por José Morelli
quarta-feira, 17 de outubro de 2012
Confiança
Pode não parecer, mas o mundo só se sustenta por causa da confiança. Ela existe e acontece com bem mais freqüência do que podemos imaginar. A natureza é como uma mestra da confiança. Obedecendo suas leis, os dias e as noites se suscedem com extrema precisão. Assim, aprendemos a confiar de que a cada 24 horas surge um novo dia e que, em cada ano, os diversos pontos do planeta passam pelas variações das 4 estações, beneficiando-se do calor, do frio, da chuva e da estiagem. Confiantes, os agricultores, os fabricantes de guarda-chuva, de agasalho ou de roupas leves esperam pela chegada da estação apropriada, para a qual se prepararam em vista de seus produtos.
As pessoas, também, vivem apoiadas na confiança que possuem umas nas outras. A confiança funciona como regra, sendo a desconfiança exceção. Mesmo aqueles que dizem que não confiam, precisam viver como se confiassem. Necessitam de uma confiança básica em si mesmos e nas pessoas com quem convivem mais proximamente; do contrário, não sobreviveriam. Precisam confiar nas coisas que estão a seu uso, bem como nas instituições às quais se inserem. Precisam confiar no ar que respiram, na água que bebem, nos alimentos que consomem, nas roupas que vestem. Se necessitarem de algum remédio, é imprescindível que confiem de que este os fará sarar ou melhorar. Precisam confiar no telefone de que fazem uso, na roupa que escolhem para comprar, no sapato, na bolsa, na arma, no que seja...
O trabalhador confia de que receberá o salário prometido pelo patrão. O patrão tem confiança de que o empregado selecionado executará o trabalho para o qual foi contratado. O motorista confia no carro que dirige, no combustível que utiliza para o fazer movimentar, no breque que aciona para o fazer parar. O jogador de futebol confia no companheiro de equipe, ao passar-lhe a bola. Quem lê confia no que está lendo. O aluno confia nos ensinamentos do professor e será ótimo que o professor confie no aluno, a quem tem por obrigação ensinar. Mesmo aqueles que se envolvem com o crime organizado, precisam confiar na organização a qual fazem parte e de merecer a confiança desta. A perda dessa mútua confiança pode levar a conseqüências indesejáveis para ambas as partes. A confiança, como regra, não merece ser notícia. A quebra da confiança, na qualidade de exceção, é mais rara; por isso, merece ser notícia, ganhando diariamente as páginas dos jornais e os noticiários da TV.
Por José Morelli
As pessoas, também, vivem apoiadas na confiança que possuem umas nas outras. A confiança funciona como regra, sendo a desconfiança exceção. Mesmo aqueles que dizem que não confiam, precisam viver como se confiassem. Necessitam de uma confiança básica em si mesmos e nas pessoas com quem convivem mais proximamente; do contrário, não sobreviveriam. Precisam confiar nas coisas que estão a seu uso, bem como nas instituições às quais se inserem. Precisam confiar no ar que respiram, na água que bebem, nos alimentos que consomem, nas roupas que vestem. Se necessitarem de algum remédio, é imprescindível que confiem de que este os fará sarar ou melhorar. Precisam confiar no telefone de que fazem uso, na roupa que escolhem para comprar, no sapato, na bolsa, na arma, no que seja...
O trabalhador confia de que receberá o salário prometido pelo patrão. O patrão tem confiança de que o empregado selecionado executará o trabalho para o qual foi contratado. O motorista confia no carro que dirige, no combustível que utiliza para o fazer movimentar, no breque que aciona para o fazer parar. O jogador de futebol confia no companheiro de equipe, ao passar-lhe a bola. Quem lê confia no que está lendo. O aluno confia nos ensinamentos do professor e será ótimo que o professor confie no aluno, a quem tem por obrigação ensinar. Mesmo aqueles que se envolvem com o crime organizado, precisam confiar na organização a qual fazem parte e de merecer a confiança desta. A perda dessa mútua confiança pode levar a conseqüências indesejáveis para ambas as partes. A confiança, como regra, não merece ser notícia. A quebra da confiança, na qualidade de exceção, é mais rara; por isso, merece ser notícia, ganhando diariamente as páginas dos jornais e os noticiários da TV.
Por José Morelli
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